Em algum lugar, do nada, o jogo acaba;
sem aviso prévio, sem permissão.
O sentido de tudo é viver como
se hoje fosse o último dia;
é sentir o quanto foi bom cada
instante anterior de prazer, do corpo e da alma.
Penso também nos corpos terminais, pois eles
corroboram com o desejo explícito
de um momento a mais de esperança.
A vida, caros, é movimento e transformação,
e estamos no meio de sua dualidade,
cientes do reset repentino.
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